Plataforma Michel Houellebecq

Plataforma

$119.00

Medios de pago

    Plataforma

    Editorial: Penguin Random House Grupo Editorial Portugal

    Idioma: Portugués

    ISBN: 9789897842887

    Formatos: ePub (con DRM de Adobe)

    Compatibles con: Windows, Mac, iOS, Android & eReaders

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          Sinopsis
          O romance que abalou França pela visão provocadora do cinismo e do desamor a que chegou a sociedade ocidental Michel é um funcionário público parisiense, solteiro, quarentão, cínico e apático. A morte do pai converte-o, do dia para a noite, em herdeiro de uma fortuna que lhe permitirá viver comodamente sem precisar de trabalhar. Decide então partir de férias para a Tailândia, empenhado em esquecer tudo e mergulhar numa miríade de prazeres exóticos. No oásis mundial do turismo sexual, conhece Valérie, quadro de uma agência de viagens. É uma mulher capaz de sentir prazer, não tem pudor de viver os seus desejos, e Michel vive com ela uma relação de imprevista intensidade. Regressado a Paris, decide criar com Valérie uma rede mundial de colónias de férias em que o sexo livre seja o lema, e o corpo a moeda de troca. O sucesso é imediato. Mas a tragédia está a um passo de distância. Neste seu terceiro romance, Michel Houellebecq, autor incontornável das letras francesas, faz uma reflexão implacável sobre a hipocrisia e a pretensa superioridade da civilização ocidental, com os seus seres desencantados e perversos. Um livro tão amargo quanto divertido, que releva o lugar do escritor francês como um dos mais lúcidos pensadores do nosso tempo. Os elogios da crítica: Na medida em que o romance previu os acontecimentos do 11 de Setembro de 2001, e os ataques terroristas a turistas em Bali, o aviso de Houellebecq é tão poderoso quanto o seu cinismo. (…) São textos como este que fazem de Houellebecq tema de conversa, agente provocador e messias selvagem.Janet Maslin, The New York Times Plataforma é o romance para ler se quiser compreender a França que não se resume à elite liberal, cujas frustrações e preconceitos a extrema-direita pôde explorar.Salman Rushdie, The Guardian Houellebecq antecipou a chegada da desumanização. Percebeu que o clima de liberdade em que vivemos não passa de mais uma exortação. Yasmina Reza Houellebecq tem a capacidade de transformar lugares-comuns em perfeitas comédias. Sunday Telegraph Houellebecq continua a ser um valor seguro, porventura um dos pouquíssimos representantes daquilo a que outrora chamávamos literatura. La Vanguardia Michel Houellebecq pode bem ser o romancista mais interessante dos nossos tempos. Evening Standard O que me impede de ler os livros de Houellebecq e ver os filmes de Lars Von Trier é uma espécie de inveja. Não porque inveje o seu sucesso, mas porque ler esses livros ou ver esses filmes obrigar-me-ia a contemplar o quão excelsa pode ser uma obra e o quão inferior é o meu trabalho. Kark Ove Knausgård Houellebecq conseguiu mais uma vez. Tem um olfacto indiscutível para captar aquilo a que os alemães chamam o zeitgeist: o espírito dos tempos. El País Houellebecq é um autor de génio. El Mundo Está entre os melhores romancistas contemporâneos e é um dos poucos que arrisca perscrutar com previsão cirúrgica o desaire global em que estamos imersos. Io Donna Entre, caro leitor, na escuridão da terra de amanhã e empreenda a viagem rumo ao fim da noite. Der Spiegel
          Acerca de Michel Houellebecq

          Michel Houellebecq (1958) es poeta, ensayista y novelista, la primera star literaria desde Sartre, según se escribió en Le Nouvel Observateur. Su primera novela, Ampliación del campo de batalla (1994), ganó el Premio Flore y fue muy bien recibida por la crítica española: Una mirada lacerante –aunque repleta de humor– sobre el vacío vital de este fin de siglo (Xavi Ayén, La Vanguardia); Magnífica novela... Si Kafka nos descubrió en sus relatos el seco cañamazo del siglo XX de la burocracia, Houellebecq nos muestra, con espléndido pulso literario, los entresijos oscuros del siglo XXI de la informática y la presunta liberación sexual (Xavier Lloveras, El Periódico). En mayo de 1998 recibió el Premio Nacional de las Letras otorgado por el Ministerio de Cultura francés. Su segunda novela, Las partículas elementales (Premio Novembre, Premio de los Lectores de Les Inrockuptibles y mejor libro del año según la revista Lire), fue muy celebrada y polémica, así como Plataforma. Obtuvo el Premio Goncourt con su última novela, El mapa y el territorio, que se tradujo en 36 países. Las cuatro novelas han sido publicadas por Anagrama, al igual que Lanzarote, El mundo como supermercado, Enemigos públicos (con Bernard-Henri Lévy), Intervenciones y los libros de poemas Sobrevivir, El sentido de la lucha, La búsqueda de la felicidad y Renacimiento, reunidos en el tomo Poesía. Houellebecq fue galardonado también con el prestigioso Premio IMPAC (2002), el Schopenhauer (2004) y, en España, el Leteo (2005).

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