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Mencía (Un sueño) Amado Nervo

Mencía (Un sueño)

$34.48

Medios de pago

    Mencía (Un sueño)

    Editorial: UNAM, Dirección General de Publicaciones y Fomento Editorial

    Idioma: Español

    ISBN: 9786070242892

    Formatos: ePub (con DRM de Adobe)

    Compatibles con: Windows, Mac, iOS, Android & eReaders

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        Editorial: UNAM, Dirección General de Publicaciones y Fomento Editorial

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          Sinopsis
          Separados por un tenue hilo de luz, dos mundos habitan en esta novela, dos mundos representados por un orfebre, Lope de Figueroa, que "no ha existido nunca", como dice el mismo autor en la introducción, y un monarca que bien pudo haber existido. El sueño de uno de ellos sirve a Nervo para explorar algunos de los temas que lo absorbieron con frecuencia en su vida literaria: la brevedad de la felicidad que se encuentra en los placeres sencillos de la existencia, en la de un artesano entregado a su trabajo y al amor de su compañera; la pesadumbre de un mundo vacío en el que el hombre se halla solo, el mundo de la modernidad con sus adelantos tecnológicos: "Los hombres volaban, Mencía, y eran mucho más libres... pero no felices", y la imagen femenina de la esposa ideal.
          Acerca de Amado Nervo

          Juan Crisóstomo Ruiz de Nervo (Amado Nervo) nasceu em 27 de agosto de 1870, em Tepic, no México. Poeta e diplomata, é considerado o maior poeta mexicano do final do século XIX e meados do século XX. Em 1888, iniciou a carreira de jornalista, e seguiu para Paris em 1900, como correspondente do jornal El Mundo, onde conviveu com alguns dos nomes mais representativos da Belle Époque, entre os quais Oscar Wilde e Rubén Darío, com quem estabeleceu uma estreita amizade, refletida nos seus trabalhos posteriores. Em Paris, conheceu também Ana Cecilia Luiza Daillez, sua companheira durante mais de dez anos. Em 1902, voltou ao México, onde viveu anos de popularidade e grande atividade em jornais e revistas, entrou na carreira diplomática em 1905, e viveu treze anos em Madrid, de onde enviava textos para o México, a Argentina e Cuba, os quais eram publicados nas melhores revistas literárias do momento. A sua produção literária foi abundante e variada: contos, ensaios, crónicas, além de muitos poemas, publicados em diversos livros. Plenitude, editado no final da vida, e uma das suas obras de maior sucesso, reflete claramente a busca da paz interior que procurou toda a vida. Devido às mudanças políticas ocorridas no México, durante vários anos, esteve afastado de cargos oficiais, até que, em 1918, foi nomeado ministro plenipotenciário do México na Argentina e no Uruguai, para onde seguiu no início de 1919, e onde o receberam com admiração e afeto. Não mais regressou ao México em vida, pois viria a morrer em Montevideu, em 24 de maio de 1919. Descansa na Rotonda de Las Personas Ilustres, situada no interior de um dos maiores e mais antigos cemitérios da Cidade do México, o Panteón Civil de Dolores, e a sua obra, diversa, humana, intensa e magistralmente edificante, situa-o, por mérito próprio, no olimpo da literatura universal.

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